Próximas apresentações e workshops:

- 24 de novembro : SESC Balneário - Manacapuru, AM
- 24 de novembro: workshop de Dança com Eliatrice Gichewski e Fábio Costa

- 25 de novembro : Teatro Amazonas - Manaus, AM
- 25 de novembro : workshop Dança Contemporânea com Mário Nascimento - UEA

sábado, 29 de setembro de 2012

ESTATÍSTICAS 2012

* ESCAPADA :
- 29 apresentações ( Palco Giratório, Diversidade em Dança)
- 25 cidades : Fortaleza, João Pessoa, Mossoró, Caicó, Natal, Caruaru, Garanhuns, Juazeiro, Aracaju, Recife, Vitória, Rio de Janeiro, Campo Grande, Dourados, Cuiabá, Porto Alegre, Viçosa, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba, maceió, Boa Vista, Porto Velho, Florianópolis, Salvador
- 18 estados : CE, PA, RN, PE, BA, SE, ES, RJ, MS, MT, RS, MG, SP, PR, AL, RR, RO, SC

* FALADORES :
- 22 apresentações ( Petrobras, Palco Giratório SESC)
- 16 cidades : Sete Lagoas, Mariana, Rio de Janeiro, Fortaleza, João Pessoa, Caruaru, Triunfo, Juazeiro, Recife, Porto Alegre, Brasília, Campo Grande, Boa Vista, Cuiabá, Ouro Preto, Salvador, Paraty
- 11 estados : MG, RJ, CE, PA, PE, RS, DF, MS, RR, MT, BA

* PARADA 7 :
- 7 apresentações ( Horizontes Urbanos patrocínio VIVO en Cena )
- 3 cidades : Belo Horizonte, Manaus, Boa Vista
- 3 estados : MG, MS, BA

* TERRITÓRIO NU :
- 4 apresentações ( Verão Arte Contemporânea, Palco Giratório SESC)
- 2 cidades : Belo Horizonte, Salvador
- 2 estados : MG, BA

* MULHER SELVAGEM :
- 3 apresentações ( Diversidade em dança, FIT Dourados e Palco Giratório SESC)
- 3 cidades : Viçosa, Dourados, Salvador
- 3 estados : MG, MS, BA

* OFICINA DE ARTE-INTEGRADA ( com Rosa Antuña) :
- 10 oficinas (Palco Giratório SESC, Petrobras e FIT Dourados)
- 10 cidades : Rio de Janeiro, Aracaju, São Luis do Maranhão, Curitiba, Maceió, Campo Grande, Dourados, Cuiabá, Florianópolis, Salvador
- 9 estados : MG, RJ, CE, PA, PE, RS, DF, MS, PP, MT, BA

* EM 2012 FIZEMOS :
- 65 apresentações
- 31 cidades
- 20 estados brasileiros - Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Alagoas, Roraima, Rondônia, Santa Catarina, Distrito Federal e Amazonas


* ESTE ANO NOS APRESENTAMOS PELOS SEGUINTES PATROCINADORES, PRÊMIOS E FESTIVAIS:

- PETROBRAS
- PALCO GIRATÓRIO SESC
- HORIZONTES URBANOS - VIVO EN CENA
- VERÃO ARTE CONTEMPORÂNEA (Belo Horizonte, MG)
- FIT DOURADOS festival internacional de teatro
- DIVERSIDADE EM DANÇA (Viçosa, MG)

Léo Garcia e Eliatrice Gichewsky - fotógrafo Cláudio Etges

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Crítica ESCAPADA - Porto Velho, por Analton Alves

DIÁRIO DA AMAZÔNIA – Porto Velho, RO – segunda-feira, 17 de setembro de 2012


“Espetáculo de dança sensibiliza público no Teatro Um do Sesc e promove sensação psicodélica”- por Analton Alves

A impossibilidade de uma avaliação estética referenciável não moveu a apresentação de “Escapada”para nenhum outro lugar , se não, para dentro do âmbito dos grandes espetáculos. É certo que Porto Velho tem carências indeléveis para o aconchego das conveniências culturais, Mas o Teatro Um do SESC tem sido a ponta inicial de todas as nossas implementações artísticas. Todos os que estiveram lá, na noite de sábado, para prestigiar a Cia Mário Nascimento, com Escapada, foram tocados pela força dos movimentos artísticos de dançarinos para lá de ajustados.

Uma mistura, em Escapada, da polivalência cultural brasileira e o revigoramento de uma tendência contemporânea dentro da própria apropriação artística. Se não, beliscando a antiguidade, onde a estética do belo, com Aristóteles e Platão, se expande, em nosso moderno com respostas afirmativas, Um evento assintomático, de força e de características forjadas no cotidiano.

O público porto-velhense que prestigiou Escapada mostrou-se extasiado com a performance de dançarinos que também se comportaram como músicos e atores. Certo é que a trilha percorrida no palco deixou uma sensação forte de apontamento para o melodrama. Indefinível e incorrigível, o espetáculo é, assim, por ele mesmo, uma denominaçãp “estranha”que compões com o visível, sonoro e sentimental. Apropriado para o movimento das combinações sensoriais, também festeja as inquietações humanas dentro de um cotidiano enclausurador. Homens com suas malas buscando lugares e retornando sempre para o mesmo ponto de partida. Pêndulos, chaves e mordaças segurando e sendo seguros pelos limites, possibilidades e padrões morais.

OUTROS PONTOS

E, ainda tem a música. Uma trilha sonora que compõe com o belo intangível. Ocupando os espaços que os homens deixam com seus vazios. Uma espécie de poesia em palco na performance dos atores. E, ainda tem o cômico. Por alguns instantes algumas pinceladas que provocaram boas gargalhadas. A assistente de direção e coreografia, Rosa Antuña, descreveu bem sobre a proposta destacando o potencial combinado dos próprios integrantes da Companhia. Para ela, neste ponto reside o diferencial que compactua com as sutilezas cômicas. Não se trata do acidental. E sim, improviso como janela para a interação, compartilhamento com o público presente.

Outros pontos relevantes, também construídos e ambientados para dar forma à temática assumida pelo espetáculo, povoaram bem distribuídos os momentos de clímax. O enredo, não determinado, também mostrou a oscilação entre alegria e tristeza das vidas que percorrem a rotina diária nas cidades grandes. Assim como descreve o próprio Mário Nascimento, diretor.

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