ESTREIA 2017!

Belo Horizonte, MG:
23 de setembro, sábado - ESTREIA : ESPELHO DA LUA no Teatro Bradesco, às 20:00hs - ingressos 24,00 reais inteira e 12,00 meia, já à venda na bilheteria e no site do Teatro Bradesco.
Pedimos seu apoio na nossa divulgação confirmando sua presença no nosso evento do Facebook, compartilhando e convidando seus amigos!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Imprensa - Faladores


FALADORES


“... E, dentro do mundo das artes cênicas, ainda há espaço para ressaltar a dança. A Cia. Mário Nascimento brindou seus dez anos com uma estréia à altura: o espetáculo "Faladores". Momentos de extrema sutiliza, como no início do espetáculo em que Rosa Antuña ( sensacional) parece costurar palavras que saem de sua boca. FALADORES está entre os melhores espetáculos de dança em 2008.”

SORAYA BELUSI Magazine – O Tempo – Sexta-feira, 26/12/2008


FALADORES FAZ DA QUEDA DOS CORPOS UM GESTO ARTÍSTICO

Obra de Mario Nascimento revela inquietação investigativa
Faladores, a mais nova obra de Mário Nascimento com a sua companhia, participou do recente Festival Panorama de Dança, no Rio, depois de estrear no Sesc VilaMariana, em São Paulo , e encerrar uma temporada de sucesso no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte. Nela , Mario Nascimento e seus oito excelentes interpretes avançam na construção de um vocabulário que se torna cada vez mais autoral.
Os corpos caem sempre, e nesse constante cair, de repente, a vermelhidão do linóleo sobre o qual eles dançam ganha outro sentido. Os recortes que a iluminação vai fazendo colaboram para tonalizar as roupas e os gestos, promovendo um certo efeito visual que nos leva a perceber que o chão esta ocupando um outro papel. Que o chão se espacializou e invadiu a verticalidade. E que, por isso, os corpos caem, mas não como interrupção dos movimentos. O chão não é um lugar de repouso. Os corpos caem porque cair é somente mais um dos seus gestos. Cair se equivale a estar de pé.
Os pas-de-deux constituem uma boa oportunidade para se ver como um corpo passa a ser o chão do outro, um corpo-lugar de impulso-e-chegada. Um corpo-chão em várias perspectivas: mais para baixo, tombado mais para um lado, depois para o outro, mais para cima.
Faladores não trabalha com os 90º entre horizontal e vertical como parametro na sua busca do cair e do pendurar. Porque os corpos também se penduram uns nos outros e, a todo momento, se montam com desencaixes de braços, troncos, pernas e quadris. Como as articulações entre eles buscam evitar a vertical, vai surgindo um padrão de ocupação do espaço que ecoa o da vermelhidão que vai escapando do chão.
Andre Rosa, Daphne Chequer, Joana Wanner, Jose Villaça, Mariel Godoy, Marco Túlio Ornellas, Rosa Antuna e Thaïs França, cada um deles contribui de um modo particular na construção desse vocabulário, que já vinha do transito entre lutas marciais, dança de rua, música e teatro. Agora, a eles agregaram a oralidade. Os oito criaram uma língua própria, o "momoês", estimulados pelos estudos que flzeram de Paul Zumthor (1915-1985), referenda
central nas pesquisas das poéticas da voz, e de Yoshi Oida, que tem um trecho de seu livro incluído no espetáculo.
Os figurinos merecem uma atenção especial porque justamente desmontam, de uma maneira bastante original,a premissa de que a dança depende de um figurino especialmente desenhado. Em Faladores, a roupa da grife Elvira Matilde, que está no palco, também pode estar na platéia. A companhia foi a uma de suas lojas e lá escolheu o que iria usar em cena. Com esse gesto, nos levou a refletir não somente sobre o que representam os figurinos na dança, mas também, a buscar uma relação entre o figurino especialmente criado e a ação cotidiana de comprar o que se vê na vitrine, tendo como meta fazer da roupa um traço da nossa singularidade.
Os dez anos de percurso da Cia. Mário Nascimento são pautados pela colaboração com o músico Fábio Cardia, autor da trilha de Faladores, assim como de todas as outras obras do repertório, formado por 0 Rebento (2007), Do Ritmo ao Caos (2005), Escambo (2002), Trovador (2000) e Escapada (1998). Na relação entre música e dança que vem construindo, a música vem se materializando em cena cada vez mais. Não apenas por conta da presença do compositor, mas porque ela vem buscando inventar formas de se fazer visível nos corpos. Ampliar para a exploração da oralidade, nesse contexto, então, passa a fazer todo um sentido evolutivo. E demonstra que o percurso coerente e consistente de Mário Nascimento na dança brasileira se pauta por uma saudável e permanente inquietação investigativa. Ela é o motor propulsor do seu jeito de inventar essa dança que carrega a sua assinatura. • H.K.

Helena Katz Caderno 2 – Estado de São Paulo – Quarta feira, 19 de novembro de 2008

Imprensa - Ritmo/Escambo/Trovador/Escapada

DO RITMO AO CAOS


* Tourada com fantasmas“Quem conhece Mário Nascimento sabe que sua trajetória tem momentos bem complicados. Mas não são os detalhes disso que interessam aos espectadores, mas a maneira de como essa trajetória é convertida em arte. Mário Nascimento já vem toureando seus fantasmas pelos palcos brasileiros. Em “Do Ritmo ao Caos” o processo alcança um novo patamar de intensidade. Parece claro que o coreógrafo transformou algumas das situações que a atormentam em células de movimentos ou palavras que integram a coreografia. Mas a força não vem da intensidade dos movimentos que deram origem a essas células, mas a maestria de como se distribuem pelo trabalho.”

Marcelo Castilho Avellar – Estado de Minas 11/11/2005



ESCAMBO


* Escambo é ode ao talento de Mário Nascimento

“Coreógrafo mostra os novos rumos de sua carreira pontuada ainda por um belo trabalho como bailarino. (...) Ás duas excelentes bailarinas do elenco original (Rosa Antuña e Thaís França ), somou-se agora a ótima participação de Vanilton Lakka.(...) Vale salientar que o refinamento de Rosa Antuña ,que também fala ,canta e toca instrumentos ,habilidades se somam para projetá-la entre as melhores bailarinas do país.
Por desenvolver uma parceria com o músico Fábio Cardia há mais de 10 anos, a obra de Mário Nascimento se constrói em articulação permanente com a musica ao vivo -situação muito particular, que organiza um tipo de ambiente pouco freqüente na dança praticada no Brasil.”

Helena Katz – O Estado de São Paulo 27/11/2004


* Escambo que já era bom em sua estréia, está cada vez melhor“Impressiona a maturidade do elenco, a começar do próprio coreógrafo. O maior engajamento dos intérpretes e o jogo acabam evidenciando a variedade de trocas geográficas, conceituais, funcionais. Que da titulo a coreografia, e lhe permite cada vez mais assumir, ao mesmo tempo seus aspectos de pesquisa séria e de espetáculo de entretenimento.”

Marcelo Castilho Avellar – Estado de Minas


* Palco das relações humanas

“Novo espetáculo do coreógrafo e bailarino “escambo” consegue tratar de um tema intenso com leveza e humor. A idéia central do escambo, troca, não ocorre no espetáculo de maneira linear. Pode se manifestar tanto por trocas no espaço como no conceito. Impossível alguém no elenco do espetáculo interpretar apenas sua parte ou seu papel. Nesse sentido, a obra realiza para a dança o que uns raros espetáculos de ponta têm construído para o teatro. A parceria de Mário Nascimento com o músico Fábio Cardia já vem de longo tempo. Fábio, alem da técnica e da criatividade na produção dos sons, é como performer, perfeito para o tipo de trabalho.”

Marcelo Castilho Avellar – Estado de Minas 25/11/2003



TROVADOR


* Peça traduz marginalidade do artista
“Trovador confirma a adesão de Mário Nascimento ao risco da pesquisa. Com o trovador, mário nascimento inaugura uma outra fase de sua carreira. Que dela não se afaste para conseguir desenvolver com mesma pertinência com que tem cuidado de suas outras realizações. A nova equipe demonstra talento para tal. E ele, capacidade de elevar a bom termo este projeto. ”

Helena Katz – O Estado de São Paulo 30/05/2002


* Muito além das convenções

“Trovador não se enquadra muito bem nas definições convencionais de dança. Aproxima-se muito mais de um conceito que as vanguardas do teatro e da música vem empregando, a música cênica. A suposição, aqui, é de um complexo corpo-som-espaço, em que uma das dimensões não tem precedência, lógica ou cronológica, sobre as demais. Em trovador o que parece indicar é que seu frescor é na verdade, a maior parte do tempo, aparência e impressão. Mas elas se encontram tão bem ocultas por trás do jogo entre os interpretes que é a forca deles, instantânea, criativa, imediata, que domina nossos olhos e ouvidos.”

Marcelo Castilho Avellar – Estado de Minas 12/04/2002


* Trovador
“Em trovador só um dedo basta para anunciar um gigante. É um espetáculo instigante, competente, bastante acima da média.”

Miguel Anunciação – Hoje em dia 12/04/2002


* Uma arena para o trovador
“A nova coreografia de Mário Nascimento, um autor que hoje se preocupa mais com a elaboração apurada do que com a quantidade. Com seus versos o trovador fala do seu meio e de sua época. Inspirado nesse artista popular expressa as inquietações contemporâneas, explorando as diversas possibilidades de dança e música.”

Ana Francisca Ponzio – Revista Bravo




ESCAPADA - 1997


* A dança do brasil é mais que samba.
“Mário Nascimento bailarino e coreógrafo de São Paulo esta em temporada junto ao musico fabio cárdia no palco do b12. Este pequeno teatro destaca-se cada vez mais como referencia para quem quer assistir dança com a mais alta qualidade e Escapada é uma dessas jóias, para a europa, com certeza. Escapada fala de um típico fenômeno brasileiro, a escapada para as cidades grandes que inúmeras pessoas do interior do Brasil tentam. Nascimento foi uma dessas pessoas. Como jovem marginal chega aos 16 anos em são paulo e lá descobre a dança. Escapada nos brinda com 13 cenas trágicas e humorísticas. Mas não é só a dança que fala a musica do ótimo Fábio Cardia está muito presente. O musico acompanha cada cena com uma atmosfera própria. Raras vezes musica e dança conseguem uma harmonia tão precisa como com Fábio Cardia Mário Nascimento. Imperdível.”

Dagmar Fischer – Morgenpost – Hamburgo / Alemanha 21/05/2000

VÍDEOS - Faladores





video

Agenda 2010 e 2011

CONFIRA "A AGENDA 2012" para saber a programação deste ano!

TERRITÓRIO NU

2011- 18 de dezembro - Panorama Sesi - São Paulo

* 26 e 27 de outubro - quarta e quinta-feira - abertura do FID (Forum Internacional de Dança) - Teatro Oi Futuro Klauss Vianna - 21:00hs - Ingressos na bilheteria do teatro : 4,00 reais inteira e 2,00 reais meia. http://www.fid.com.br/

* ESCAPADA ( Cia MN) - ESTRÉIA 2010



2011

- Funarte Belo Horizonte
-17 e 18 de novembro - quinta e sexta-feira - paralelo 16 - Brasília, DF - FUNARTE
- 16 de novembro - quarta-feira - Ribeirão Preto
- 9 de outubro - domingo - 25° ENDANÇA -Teatro da Usiminas - Ipatinga
- 18 de setembro - domingo - Teatro Sesiminas - Uberaba
- 13 de maio, em São José do Rio Preto, SP - Teatro do Sesc
- 28 de abril - quinta-feira - Mostra Klauss Vianna - Grande Teatro do Palácio das Artes, Belo Horizonte, às 21:00hs - ingressos 6,00 reais inteira e 3,00 reais meia
- 19 e 20 de janeiro - quarta e quinta -feira - Verão Arte Contemporânea - Teatro OI Futuro Klauss Vianna , Belo Horizonte

2010- 11 e 12 de dezembro - SESC SANTANA, São Paulo.
- 8 de novembro - Teatro João Caetano, Rio de Janeiro RJ , no PANORAMA FESTIVAL
- ESTRÉIA : 30 e 31 de outubro - Teatro Alterosa, em Belo Horizonte, 21:00hs sábado e 19:00hs domingo - ingressos 20,00 reais inteira e 10,00 reais meia.





* MULHER SELVAGEM (Rosa Antuña) - ESTRÉIA 2010

FOTO : Rony Morbi
2011 - 24 de julho - domingo - 13° PEÇA BIS - Teatro Alterosa, Belo Horizonte,MG

- 9 de junho - Mova-se Festival - Manaus
- 1° de maio - domingo - Mostra Klauss Vianna - Teatro do Corpo - Av Bandeirantes, 866, Belo Horizonte - 20:00hs - ingressos 6,00 reais inteira e 3,00 reais meia.
- 8 de abril - Forum Internacional de Dança de São José do Rio Preto - SESC


2010- 28 e 29 de outubro - quinta e sexta-feira -Teatro Alterosa às 21:00hs , em Belo Horizonte - ingressos 20,00 reais inteira e 10,00 reais meia.
- 16 de setembro - 1,2 na Dança - Teatro Alterosa, 21:00hs, Belo Horizonte, MG.
- ESTRÉIA : 25 de junho, sexta-feira, 21:00hs, no SESC de Ribeirão Preto, no Galpão de Eventos - Riberão Preto - SP.





* M.E.D.O. ( Mário Nascimento) - ESTRÉIA 2010
2010

- 22, 23 e 24 de julho, IV Festival de Dança do Litoral Oeste. Em Trairi, Itapipoca e Paracuru, Ceará
- PRÉ-ESTRÉIA : 24 de abril, 7° Fórum de Dança, em São José do Rio Preto, SP




* TOURADA COM FANTASMAS (Mário Nascimento e Fábio Cardia)

2011
- 24 de setembro - sábado - 1,2 na DANÇA - Teatro OI Futuro Klauss Vianna - 21:00hs - ingressos 10,00 reais inteira e 5,00 reais meia - info: (31) 3222-1438 - Belo Horizonte, MG


2010
- 16, 17 e 18 de julho, no Teatro da Dança, em São Paulo, SP





* FALADORES (Cia MN)
FOTO : Marco Aurélio Prates

2011
- 5 de novembro - sábado - Santa Fé do Sul, SP

- 4 de novembro - sexta-feira - Votuporanga, SP

- 17 de setembro - sábado - Uberaba, MG

- 16 de setembro - sexta-feira - Teatro Municipal Usina Gravatá - Divinópolis, MG

- 17, 18 e 19 de junho, em Vitória, ES , comemorando os "25 Anos da Cia. de Dança Mitzi Marzzuti" - Teatro Carlos Gomes

- 11 de junho - sábado - FESTIVAL DE ARTES CÊNICAS - Centro Educacional de João Monlevade - 20:00hs , entrada franca - João Monlevade, MG




* DO RITMO AO CAOS


2010
- 31 de julho, Praça do Museu 15:00, em Poços de Caldas, MG
- 11 de junho, em Sabará, MG
- 04 de junho, em São João Del Rei, MG




* ESCAMBO



2010
- 31 de julho, Praça do Museu 16:00, Poços de Caldas, MG
- 12 de junho no Teatro Municipal de Sabará , às 15:00hs
- 4 de junho em São João del Rei, às 16:00hs

Workshops

2011

* de 18 a 22 de julho - OFICINA DE DANÇA CONTEMPORÂNEA COM MÁRIO NASCIMENTO no Corpo Escola de Dança - Av Bandeirantes, Mangabeiras, Belo Horizonte, MG

* de 3 a 31 de MAIO, OFICINA de DANÇA CONTEMPORÂNEA com MÁRIO NASCIMENTO , no Centro Artístico de Dança, em Belo Horizonte, às terças e quintas de 15:30hs às 17:00hs.

* 13 de maio, sexta-feira, OFICINA de DANÇA CONTEMPORÂNEA E IMPROVISAÇÃO com Rosa Antuña no SESC de São José do Rio Preto às 14:00hs
A oficina propõe uma vivência do trabalho desenvolvido por Rosa Antuña há 5 anos com a Cia Mário Nascimento.
O tabalho físico abrange elementos diversos como fortalecimento, agilidade, fluidez,
diferentes dinâmicas além de propor o trânsito corporal entre os planos: baixo, médio e alto.
Outro aspecto também incorporado à aula é a aplicação de comandos direcionados ao
desenvolvimento de construções físicas mais instantâneas, possibilitando maior
elaboração na execução de movimentos em uma situação de improviso.
A oficina de dança é destinada a bailarinos e artistas que buscam aperfeiçoamento em
dança contemporânea.

* 12 de maio, quinta-feira, OFICINA de ARTE INTEGRADA com Rosa Antuña no SESC de São José do Rio Preto às 14:00hs.
A oficina propõe aos participantes o contato com a dança, ritmo e jogos teatrais.
Através da utilização de técnica básica em dança contemporânea, danças brasileiras, sensibilização musical e jogos teatrais, Rosa Antuña vem desenvolvendo este trabalho há cerca de 5 anos adequando a condução das atividades conforme a necessidade da turma presente.
Esta oficina é voltada para o público jovem e pessoas interessadas no assunto.

* 9 de abril - Workshop de Arte Integrada, com Rosa Antuña no Forum Internacional de Dança de São José do Rio Preto, no SESC

* Curso de Dança Contemporânea com Mário Nascimento em Belo Horizonte, na Mimulus Cia de Dança; dias 15, 17, 22 e 24 de fevereiro e dias 1°, 3, 15, 17, 22 e 24 de março (terças e quintas) de 12:00hs às 14:00hs. Info : http://www.mimulus.com.br/

* Dança Contemporânea em Goiânia - de 23 a 31 de janeiro


2010

* 3 a 6 de setembro - Workshop de "Dança Contemporânea" com Mário Nascimento no Festival Internacional de Dança de Cabo Frio, RJ

* 24/6/2010 - Workshop com Mário Nascimento no SESC de Ribeirão Preto, às 16:00hs - "Dança Contemporânea"

* 24/6/2010 - Workshop com Rosa Antuña no SESC de Ribeirão Preto, às 14:00hs - " Voz, Improvisação e Jogos Teatrais"

* 24 a 28 / 5 / 2010 - Workshop com Mário Nascimento no FENART em João Pessoa - PB , às 11hs.

* 20 a 23 /4/2010 - Ateliê de Criação com Mário Nascimento no 7º Fórum de Dança em São José do Rio Preto - SP, às 09:oo hs


2009

* 28/ 03/ 2009 - Workshop de Improvisação e Jogos Teatrais com Rosa Antuña no Sesc Ipiranga - São Paulo, SP









* 20/ 03/ 2009 - Workshop com Mário Nascimento na Faculdade de Dança da Universidade Federal de Viçosa, MG






Quem somos

A Cia MN, em seus dez anos de existência, tem sua pesquisa de linguagem sustentada pelas conexões entre música e dança. Um trabalho permeado pelo universo da dança contemporânea, dança de rua, teatro físico, artes marciais, poesia e voz como recurso cênico/sonoro.

Histórico



A CIA MÁRIO NASCIMENTO foi criada em São Paulo em 1998 pelo coreógrafo Mário Nascimento e o compositor Fábio Cardia. Estreou seu primeiro trabalho “ESCAPADA”, no Centro Cultural São Paulo. A obra deu à Nascimento o prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte - 1998) como melhor coreógrafo. A dupla seguiu em turnée pela Alemanha, com apresentações em Hamburgo no Teatro B 12, Bienal de Essen e em Colônia no teatro Zeigen Tanztheater obtendo ótimas críticas em importantes jornais como Morgen Post e Bergedorfer Zeitung.

Em 2000, o Centro Cultural São Paulo também deu lugar à estréia do seguinte trabalho da CIA MN : “TROVADOR”. No elenco Kiko Ribeiro, bailarino e percussionista pernambucano e o músico paulista Renato Gimenes. A obra foi apresentada em diversas capitais do país.

Em 2002 houve a transferência da Cia MN para Belo Horizonte, MG, que contou, por 6 anos, com o apoio logístico da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes).

Em 2004, com o prêmio RUMOS DANÇA ITAÚ CULTURAL a CIA MN criou o espetáculo “ESCAMBO”, com trilha sonora de Fábio Cardia e fez sua estréia no Teatro Itaú Cultural em São Paulo. “ESCAMBO” rendeu à cia, no 1° Prêmio Usiminas/Sinparc 2004 em Belo Horizonte, o prêmio de melhor coreógrafo a Nascimento, melhor bailarina a Rosa Antuña e bailarino(a) revelação a Cristiano Bacelar e Thaïs França.

Em 2005 A CIA MN criou seu novo espetáculo “DO RITMO AO CAOS” com estréia no FID ( Fórum Internacional de Dança) no Teatro Sesiminas em Belo Horizonte. Prêmio Usiminas/Sinparc 2005 para Aretha Maciel como melhor bailarina.

2007 foi a estréia de “O REBENTO” no SESC Santana, em São Paulo, com o apoio do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna .

2008, com patrocínio da PETROBRAS, a CIA MN estreou “FALADORES”, coreografia de Mário Nascimento, com trilha sonora de Fábio Cardia e assistência de direção e de coreografia de Rosa Antuña. No elenco André Rosa, Daphne Chequer, Joana Wanner, José Villaça, Mariel Godoy, Marco Túlio Ornellas, Mário Nascimento, Rosa Antuña e Thaïs França .

Em 2009 e 2010 a Cia MN seguiu com o Patrocínio da Petrobras e fez circulação em todo o país com "FALADORES", que no 14° Prêmio Sesc Sated 2009, ganhou como melhor espetáculo e também como trilha sonora original para Fábio Cardia, melhor bailarina para Rosa Antuña e melhor bailarino para José Villaça . No Prêmio Usiminas Sinparc 2009 ganhou como melhor espetáculo, melhor concepção coreográfica para Mário Nascimento e melhor bailarino para José Villaça.

Em 2010, em 30 de novembro, a Cia MN fez a estréia da releitura de "ESCAPADA"em Belo Horizonte e também no Panorama Festival, no Rio de janeiro. No elenco André Rosa, Aretha Maciel, Brenda Melo, José Villaça, Léo Garcia, Mariel Godoy, Rafael Bittar e Rosa Antuña.

Em 2011, com a renovação do patrocínio da PETROBRAS, a Cia Mário Nascimento põe em movimento novos projetos!




Filosofia de trabalho


A Cia Mário Nascimento tem como filosofia de trabalho disciplina, treinamento duro, entrega e paixão pela arte.
Acreditamos no trabalho e no esforço para a conquista e realização dos nossos ideais.
Usamos a arte como veículo para nos comunicar com o público.

Nosso cotidiano é na sala de aula, transpirando.
Nosso treinamento consiste nas aulas de técnica em dança contemporânea desenvolvidas por Mário Nascimento ao longo de seus 28 anos de pesquisa, estudo e prática em sala de aula, como professor; além de musculação, piscina e corrida; e também a preparação física, aula de dança contemporânea e treinamento em improvisação, teatro e voz desenvolvidos na Cia MN há 4 anos por Rosa Antuña.

Mário Nascimento, como coreógrafo, trabalha com uma linguagem muito específica desenvolvida por ele ao longo de sua carreira e aprofundada em sua Cia à 12 anos. A pesquisa da Cia MN consiste na fusão de linguagens das artes cênicas, tendo como alicerce uma consistente técnica de dança contemporânea.

FOTOS - Faladores VAC 2010

Verão Arte Contemporânea - 2010 - Belo Horizonte - Teatro Oi Futuro Klauss Vianna

fotos : Marco Aurélio Prates

na foto: Rafael Bittar, José Villaça, Mariel Godoy, Bruna Menezes, Rosa Antuña, Léo garcia, André Rosa e Aretha Maciel



















Direção


Mário Nascimento e Rosa Antuña


Mário Nascimento

Diretor , coreógrafo e bailarino
foto: Duda Las Casas


Iniciou seus estudos no Brasil em 1978, formando-se em ballet clássico, dança moderna e jazz. Estudou com Toshie Kobayashi, Lenie Dale, Fred Benjamin, Redhá Bettenfour, Joyce Kermann e Tony Abbot. Em 1989 aprimorou-se em dança moderna e contemporânea na Europa.
Realizou estudos de artes marciais, atletismo e composição de ritmos musicais, que contribuíram para o desenvolvimento de sua própria técnica e linguagem.
Considerado um artista do mundo underground de São Paulo, entre 95 e 96 foi assistente de direção e coreógrafo da Cisne Negro Cia de Dança ( São Paulo), dirigida por Hulda Bittencourt, onde criou as obras: "Sete por 7" e "Maracatu de Chico Rei". Em 97 foi convidado pelo Centro Coreográfico da Comunidade Franco - Belga para ministrar aulas na Cia Charleroi dance de Bruxelas.
Recebeu o prêmio APCA em 1999 de Qualidade Artística pela obra “Arerê” e o APCA de Melhor Coreógrafo por “Escapada” .
Com a obra “Escapada”, em parceria com o músico Fábio Cardia, apresentou-se na Alemanha, recebendo destaque no Morgen Post de Hamburgo. Foi o início da Cia Mário Nascimento, que em 2002 estruturou-se em Belo Horizonte, MG.
Em 2004 recebeu o prêmio USIMINAS / SINPARC como Melhor Coreógrafo pela obra “Escambo”.
Em 2005 foi convidado para coreografar no BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO, onde criou as obras “Constanze” em comemoração aos 250 anos de Mozart a partir da sinfonia 41 Júpiter e “Onde está o Norte?” com estréias em 2006. Seguidamente coreografou “Devir” para o Ballet do Teatro Castro Alves, em Salvador. Em 2007 criou “Quimeras” para a Cia de Dança de Minas Gerais ( Palácio das Artes).
Ao longo de sua carreira, o coreógrafo vem sendo destacado nos principais jornais do país como O Estado de São Paulo , A Folha de São Paulo , Estado de Minas , Hoje em Dia , O Tempo , O Globo , Jornal do Brasil .
Atualmente é professor convidado da Cia de Dança de Minas Gerais ( Palácio das Artes), Grupo Camaleão, Cia Meia Ponta e do Balé da Cidade de São Paulo.
Principais Obras Coreográficas:
“Escapada”, “Trovador”, “Escambo”, “Do Ritmo ao Caos”,” Rebento”,” Faladores” (Cia. Mário Nascimento – Belo Horizonte , MG);
“Constanze” ,” Onde está o Norte ?” (Balé da Cidade de São Paulo – São Paulo , SP);
“Devir” (Ballet Teatro Castro Alves – Salvador , BA) ;
“Sete por 7” ,” Maracatu de Chico Rei” (Cisne Negro Cia. de Dança – São Paulo ,SP);
“Dominações”, “OM”,” Choque” , “Cru” (Cia. Municipal de Caxias do Sul – RS);
“Tambores da Meia-noite”,” Arerê” (Ballet de São José de Rio Preto – SP);
“ Baque” (Ballet de Diadema – SP);
“ Horas” ,” O Jogo do Olho “(Cia. Vacilou Dançou – Rio de Janeiro , RJ);
“Olhe Bem “, “Quatro” (Grupo Camaleão – Belo Horizonte ,MG);
“Coisa de Dentro “ (Meia-Ponta – Belo Horizonte , MG);
“Tabacaria”, “ Cortadores “ (Grupo Gestos – Araraquara , SP) .


Rosa Antuña

Assistente de direção e de coreografia, bailarina
foto: Cuia Magalhães


Estudou no Centro Mineiro de Danças Clássicas (Belo Horizonte) , Centro Pro-Danza de Cuba ( La Havana ) e Palucca Schule Dresden (Alemanha) tendo como principais professores Maria Clara Salles, Graça Sales, Mercedes Beltrán, Ofélia González, Laura Alonso, Hans Tappendorff,
Hanna Wandcke, Cristiana Menezes .
Participou do 7eme Concurse International de Danse de Paris(1996) , New York International Ballet Competition (2000), Seminário Internacional de Dança de Brasília (2º lugar - 1996), Concurso Internacional de Dança de Joinville (1º lugar – grand pás de deux profissional - 1996).
Estudou teatro na graduação da UFMG (até o 2° Período), também com Eugênio Barba ( Brasília, dez de 2008) e Match de Improvisação com Mariana Muniz.
Ganhou o prêmio Usiminas/Sinparc melhor bailarina 2004 (Escambo – Cia MN).
“ Vale salientar que o refinamento de Rosa Antuña , que também fala , canta e toca instrumentos , habilidades que se somam para projetá-la entre as melhores bailarinas do País.” (Helena Katz – O Estado de São Paulo – 27/11/2004)
Também trabalhou no Balé da Cidade de São Paulo; Mimulus Cia de Dança de Salão, Grupo de dança 1º Ato e Cia de Dança de Minas Gerais, em Belo Horizonte ; Chemnitz, Dessau e Erfurt Theater na Alemanha.
Foi coreógrafa da escola de dança do CEFAR(Fundação Clóvis Salgado), e professora de dança contemporânea do Ballet Jovem do Palácio das Artes.
Como coreógrafa criou trabalhos para o CEFAR ,Cristal Cia de Dança e Projeto 1,2 na Dança em Belo Horizonte , MG; para a Escola de dança Iracema Nogueira, Araraquara , SP e para o Grupo Êxtase de Viçosa, MG.
Atualmente é assistente de direção e de coreografia, professora de dança contemporânea e intérprete da Cia Mário Nascimento.


www.rosaantuna.blogspot.com
www.nucleoantuna.blogspot.com

Compositor

Fábio Cardia

Diretor musical , compositor

Maestro, compositor, produtor musical e multiinstrumentista.
Desenvolveu seu trabalho de composição para dança a partir da parceria com o coreógrafo Mário Nascimento ,desde 1999 com a obra Escapada.
Ganhou o prêmio inédito da APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte de São Paulo - de Melhor Trabalho de Dança em 2004 pelo "CD Soma", Reconhecimento por um conjunto de Obra .
Mestre em Comunicação e Semiótica, professor e palestrante em cursos de Pós Graduação . Recebeu destaques nos jornais The New York Times e The Times de Londres como " Vanguarda da criação , contemporaneidade em estado de arte " e " Um moderno idioma via Brasil com a mais típica exuberância ", pela trilha criada para “ Paradox ” , de Tíndaro Silvano , no Balé do Teatro Castro Alves . Compôs trilhas para coreografias nas principais companhias de dança do Brasil, como “Balé da Cidade de São Paulo”, "Ballet Cisne Negro", "Balé Teatro Guaíra", "Ballet Teatro Castro Alves" e participou de eventos como ” Festival de Inverno de Campos do Jordão” , "Confort em Dança", "Mercosul Cultural".
É diretor musical e compositor da Cia Mário Nascimento desde sua criação em 1999 .
Principais Trilhas Compostas para Dança :
“Escapada” ,”Escambo” ,”Do Ritmo ao Caos”,”Rebento” (Cia Mário Nascimento - Belo Horizonte,MG)
“Onde Está O Norte?”(Balé da Cidade de São Paulo – SP )
“Paradox” (Balé do Teatro Castro Alves - Salvador, Ba )


Elenco Feminino

Debora Roots - bailarina estagiária da Cia Mario Nascimento desde março de 2017


Participou das montagens “Dança de Brinquedo”, de Rosa Antuña e “Espelho da Lua”, de Mário Nascimento.
Atua nos seguintes trabalhos: “Dança de Brinquedo”, “Território Nu”, “Parada 7”, “Garrafa Enforcada” e “Espelho da Lua”.
Circulou com a Cia MN nos festivais Horizontes Urbanos (mai 2017) e Dança em Trânsito (ago 2017).

Iniciou seus estudos em dança em 2001 na escola de dança do SESC de Minas Gerais. De 2010 a dezembro de 2015 estudou no CEFART – Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes).
Em 2015 ingressou no Grupo Jovem Arte & Passo onde participou também da montagem de "Campo Aberto", de Rosa Antuña.
Teve como principais professores Maria Clara Sales, Cristiana Menezes, Paulo Babreck, Fabio Costa, Liana Safadi, Eliatrice Gichewsky, Alicia Nascimento, Joana Wanner, Patricia Alquezarra, Marise Dinis, Rosa Antuña e Mário Nascimento.
Prêmios:
•             Indicada para a Seletiva Brasil YOUTH AMERICA GRAND PRIX em 2013
•             Aceita no Summer 2015 de National Ballet Academy of Denver (Colorado/EUA)
•             Aceita no Trainee Program com 15% de bolsa 2015/2016 do National Ballet Academy of Denver (Colorado/EUA)

Em 2016 foi bailarina da Cisne Negro Cia. de Dança, dirigida por Hulda Bittencourt, tendo participado da montagem de “Ziggy”, de Mário Nascimento e atuado em “Senhora Margareth”, “Além da Pele”, de Patrick Delacroix.
Atualmente é também professora de ballet clássico, jazz e dança contemporânea e graduanda em Licenciatura em Educação Física.




Eliatrice Gichewski - Bailarina na Cia MN desde agosto de 2011, atualmente é também professora e ensaiadora 

foto: Marco Aurélio Prates

Participou das montagens de “Território Nu” (2011), “Parada 7” (2012), “Nômade” (2013), “ZHU” (2015), “A que Ponto Chegamos” (2016), “Garrafa Enforcada” (2016), “Espelho da Lua” (2017) e “Dança de Brinquedo” (2017). Atua também em “Faladores” e “Escapada”.
Participou, com a Cia MN, do Verão Arte Contemporânea (Belo Horizonte, MG), Palco Giratório SESC 2012(todo o País), Horizontes Urbanos (Belo Horizonte, MG e Manaus, AM), Palco Gira Dança (Natal, RN) e Mova-se Festival (Manaus, AM e Belém, PA).

Em 2007 formou-se em ballet clássico e dança contemporânea no CEFAR (Centro de Formação Artística do Palácio das Artes), Belo Horizonte, MG.
Em sua formação teve como principais professores Maria Clara Salles, Cristiana Menezes, Gabriela Christófaro, Paulo Babreck, Mário Nascimento e Rosa Antuña.
Fez também workshops com Flávio Sampaio, Rodrigo Quik, Tarcísio Ramos Homem, Dudude Hermann e Asier Zabaleta
Fez o curso Arte-Educação Imazon, workshop de técnica de Martha Graham e curso da metodologia Vaganova (2015).

De 2007 a 2011 trabalhou no Ballet Jovem do Palácio das Artes onde dançou “Impromptu”, de Tíndaro Silvano, “Trindade”, “Sostenuto” de Luiz Arrieta, “Iungo” de Adrian Luteijn e “Contracapa", de Cassilene Abranches.
Coreografou o vídeodança “Ensaio 5”(2007), de Marcelo Kraiser, e participou, como bailarina, da ópera “Menina das Nuvens”(2009) e da peça “De Perfumes & Sonhos”(2011), dirigida por Rosa Antuña.

Foi professora de ballet clássico e ensaiadora do CEFAR (Centro de Formação Artística do Palácio das Artes – de 2008 a 2015).

Foi indicada a melhor bailarina pelos prêmios Sesc/Sated e Usiminas Sinparc em 2011 e 2012 respectivamente, pelo espetáculo Território Nu.

Atuou como preparadora corporal dos espetáculos : “A Morte e a Donzela” Direção de Wilson Oliveira (2016); ”Cachorro Enterrado Vivo” Direção de Marcelo do Vale (2015) e “19:45” Direção de Rita Clemente (2015).

Graduada em pedagogia pela UNOPAR (2014) – Universidade Norte do Paraná, atualmente, é também coordenadora e professora do Grupo Jovem Arte & Passo.




Ludmilla Ferrara  – bailarina na Cia MN desde fevereiro de 2016


foto: Marco Aurélio Prates


Participou das montagens de “Garrafa Enforcada”(2016), “Dança de Brinquedo”(2017) e “Espelho da Lua”(2017).
Atua nos seguintes trabalhos: “Zhu”, “Terrirório Nu”,”Parada 7”, “Garrafa Enforcada”, “Dança de Brinquedo”, “Espelho da Lua”.
Circulou, com a Cia MN nos seguintes projetos e festivais: Conexão Hip Hop (Viçosa, MG), Dança em Trânsito (Rio de Janeiro, RJ), Mova-se Festival (Manaus, AM e Belém, PA), Horizontes Urbanos (Belo Horizonte, MG) e Circulação O Boticário na Dança (interior de Minas Gerais).

Estudou ballet clássico e jazz de 2005 a 2011 na academia Núcleo de Arte e Dança – Floresta em Belo Horizonte, MG. Participou de workshops com Redha Beintenfour, Jo Jo Smith, Edy Wilson, Edson Santos, André Mesquita, Gil Amâncio, Alessandro Pereira, Lénablou, Shamel Pitts.
Teve como principais professores: Gabriela Corrêa, Leonard Henrique, Tiça Pinheiro, Andrea Maia, Caroline Peters, Mário Nascimento, Rosa Antuña.
Em 2012 estudou teatro musical no C.A.M.A. com os professores Beto Sorolli e Raul Belém Machado. E fez estudos complementares em circo.
Foi bailarina do Ballet Jovem Palácio das Artes de 2012 a dezembro de 2015 (incluindo 2 meses de intercâmbio na Black Box Dance Company – Holstebro, Dinamarca), onde dançou as coreografias “Goldberg” e “Impromptu”, de Tíndaro Silvano; “Cantares”, de Oscar Aráiz; “Iungo”, de Adrian Luteji; “Rites” e “Notório”, de Alessandro Pereira (Danish Dance Theater); Opereta: A Viúva Alegre;” Contracapa”, de Cassilene Abranches.
Coreografou o trabalho “Vibrencia” para o Grupo Jovem de Dança, de Ibirité, MG.
Atualmente estuda Design de Ambientes na UEMG.


Mari Chalfum - bailarina estagiária na Cia MN desde outubro de 2016


foto: Marco Aurélio Prates


Participou das montagens “Dança de Brinquedo”, de Rosa Antuña e “Espelho da Lua”, de Mário Nascimento.
Atua em “Garrafa Enforcada”, “Território Nu”, “Espelho da Lua”, “Dança de Brinquedo” , “Parada 7” e “Zhu”.
Circulou com a Cia MN pelo projeto O Boticário na Dança e também nos festivais Horizontes Urbanos (mai 2017) e Dança em Trânsito (ago 2017).

Formada em dança clássica e contemporânea pelo CEFAR (Centro de formação artística da Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes). Participou da montagem de “Primeiramente...” de Rosa Antuña, espetáculo de formatura em 2016.

Ingressou no Grupo Jovem Arte & Passo, em Belo Horizonte, MG, onde participou também da montagem de "Campo Aberto", de Rosa Antuña.
Teve como principais professores Cristiana Menezes, Maria Clara Salles, Liana Safadi, Eliatrice Gishewski, Fábio Costa, Mário Nascimento e Rosa Antuña.

Atualmente é também graduanda em educação física na PUC (Pontifícia Universidade Católica).




Rayanne Pires - bailarina estagiária ma Cia Mário Nascimento desde março de 2017

Participou da montagem de “Dança de Brinquedo”, dirigido por Rosa Antuña e atua nos espetáculos “Território Nu”, “Garrafa Enforcada” e “Parada 7”.

 Formada em ballet clássico e dança contemporânea pelo Cefar (Escola de dança do Palácio das artes – de 2009 a 2015).

Teve principais professores: Maria Clara Salles, Cristina Menezes, Liana Safadi, Eliatrice Gischewski, Fabio Costa, Rosa Antuña e Mário Nascimento.

Em 2012 fez curso no Miami City Ballet (Miami, USA) com aulas de ballet clássico, jazz e dança contemporânea e no Corpo Escola de Dança (Belo Horizonte,MG) com aulas de ballet clássico.

Participou de workshops em Belo Horizonte, MG, com o Ballet Jovem do Palácio das Artes (2013) e também com a primeira bailarina Cecília Kerche (2014). 

Dançou no Grupo Jovem Arte & Passo, onde participou também da montagem de "Campo Aberto", de Rosa Antuña.

Atualmente, também estuda circo, com especialidade em acrobacias e é graduanda em licenciatura em Dança na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Foto: Marco Aurélio Prates




Rosa Antuña – diretora, ensaiadora, professora e bailarina - na Cia MN desde junho de 2003.

foto: Marco Aurélio Prates

Estudou no Centro Mineiro de Danças Clássicas (Belo Horizonte) , Centro Pro-Danza de Cuba ( La Havana ) e Palucca Schule Dresden (Alemanha) tendo como principais professores Maria Clara Salles, Graça Sales, Mercedes Beltrán, Ofélia González, Laura Alonso, Hans Tappendorff,
Hanna Wandcke, Cristiana Menezes .
Participou do 7eme Concurse International de Danse de Paris(1996) , New York International Ballet Competition (2000), Seminário Internacional de Dança de Brasília (2º lugar - 1996), Concurso Internacional de Dança de Joinville (1º lugar – grand pás de deux profissional - 1996).
Estudou teatro na graduação da UFMG, também com Eugênio Barba e Júlia Varley (Brasília, dez de 2008), Roberta Carreri (2013 e 2014), Match de Improvisação com Mariana Muniz, improvisação teatral com Omar Galvan, Omar Medina, Jose Luiz Saldaña e participou também do Odin Week em Holstebro, Dinamarca.

Ganhou os prêmios Usiminas/Sinparc 2004 e Sesc Sated 2009 como MELHOR BAILARINA por sua atuação, respectivamente, em ESCAMBO e FALADORES, ambos de Mário Nascimento.
“ Vale salientar que o refinamento de Rosa Antuña , que também fala , canta e toca instrumentos , habilidades que se somam para projetá-la entre as melhores bailarinas do País.” (Helena Katz – O Estado de São Paulo – 27/11/2004)

Também trabalhou no Balé da Cidade de São Paulo; Mimulus Cia de Dança de Salão, Grupo de Dança 1º Ato e Cia de Dança de Minas Gerais, em Belo Horizonte ; Chemnitz, Dessau e Erfurt Theater na Alemanha.
Foi coreógrafa da escola de dança do CEFAR (Fundação Clóvis Salgado), e professora de dança contemporânea do Ballet Jovem do Palácio das Artes.
Como coreógrafa criou trabalhos para o CEFAR, Cristal Cia de Dança e Projeto 1,2 na Dança em Belo Horizonte, MG; para a Escola de dança Iracema Nogueira, Araraquara, SP e para o Grupo Êxtase de Viçosa, MG, Cia de Dança Mitzi Marzzuti, ES. Como intérprete criadora fez a Trilogia do Feminino com os solos Mulher Selvagem, O Vestido e A Mulher que Cuspiu a Maçã, este último ainda em processo.

Atualmente é assistente de direção e de coreografia, professora de dança contemporânea, preparadora vocal e teatral e intérprete da Cia Mário Nascimento.

Elenco Masculino

Dalton Walisson – bailarino na cia MN desde 2016

foto: Makely Ka

Participou das montagens de “Garrafa Enforcada”(2016) e “Dança de Brinquedo”(2017). Atua nos espetáculos “Zhu”, “Garrafa Enforcada”, “Parada 7”, “Território Nu” e “Dança de Brinquedo”.
Circulou com a Cia MN pelos seguintes festivais e projetos: Dança em Trânsito (Rio de Janeiro, RJ), Mova-se Festival (Manaus, AM e Belém, PA), Conexãp Hip Hop (Viçosa, MG), Circulação O Boticário na Dança (interior de Minas Gerais), e, em Belo Horizonte, Mg, no Verão Arte Contemporânea e Horizontes Urbanos.

Formado em dança contemporânea e ballet clássico no Cefar - Centro de Formação Artística Palácio das Artes (Fundação Clóvis Salgado, Belo Horizonte, MG – 2008 a 2013).
Em 2013 dançou com o grupo de formação Dança Jovem, parceria com coletivo Movasse (Belo Horizonte, MG).

Teve como principais professores: Maria Clara Salles, Leonard Henrique, Marise Diniz, Paulo Buarque Babreck, Gabriela Christófaro, Dadier Aguilera, Inês Amaral, Marcos Elias, Eliatrice Gichewski, Rosa Antuña e Mário Nascimento.

Em 2014 e 2015 foi bailarino do Ballet Jovem Palácio das Artes (Belo Horizonte, MG), tendo atuado nas coreografias “Goldberg” e “Impromptu”, de Tíndaro Silvano; “Iungo”, de Adrian Luteji; “Notório”, de Alessandro Pereira (Danish Dance Theater).

Em 2016 coreografou “Consome-te” para o Grupo Jovem de Dança, de Ibirité, MG e em 2017 fez “Paradoxos” para o Ballet Jovem Minas Gerais, em Belo Horizonte, MG.
Atualmente, é também professor de dança contemporânea.




Fabio Costa - bailarino na Cia MN desde julho de 2012, atualmente é também professor e ensaiador

foto: Reyner Araujo

Participou das montagens de “Nômade”(2013), “Zhu”(2015), “Garrafa Enforcada”(2016), “A que Ponto Chegamos”(2016)  e “Dança de Brinquedo”(2017).
Atua nos trabalhos: “Garrafa Enforcada”,“A que Ponto Chegamos”, “Zhu”, “Nômade”, “Território Nu”, “Parada 7”, “Escapada”, “Faladores”, “Escambo”.
Com a Cia Mário Nascimento tem circulado por todo o país, participando dos principais festivais e projetos como Palco Giratório SESC (todo o Brasil), Panorama Festival (Rio de Janeiro, RJ), Mova-se Festival (Manaus, AM e Belém, PA), Dança em Trânsito (Rio de Janeiro, RJ), Verão Arte Contemporânea (Belo Horizonte, MG), FID (BH, MG), Ocupação Funarte (BH, MG), Prêmio de Circulação Funarte Klauss Vianna (norte e nordeste do País), Horizontes Urbanos (Belo Horizonte, MG e Manaus, AM).

Profissionalizou-se em dança no Grupo Gestus (Araraquara, SP), sob a direção de Gilsamara Moura. Com o espetáculo “O Homem que Odiava a 2ª feira”, participou da III Feira do Livro de Ribeirão Preto, Mostra SESC de Artes-Latinidades e percorreu 17 cidades do Brasil através da Lei Federal de Incentivo a Cultura - MinC.
Participou da Bienal SESC de Dança de Santos, quando foi convidado para compor o Balé e Concertos no Theatro Municipal de São Paulo. Representou o Brasil no Danza Nueva em Lima (Peru) e na Embaixada do Brasil em Assunción (Paraguai). Estreou no IV Festival de Dança de Araraquara o espetáculo “Tabacaria”, de Mário Nascimento.
Fez parte do projeto “Microdanças que se desfazem ou Episódios que não se repetem” com os coreógrafos Mário Nascimento (MG), Cláudia Muller (RJ) e André Masseno (RJ) e direção de Gilsamara Moura (Araraquara, SP). Através do Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança e da Lei Federal de Incentivo a Cultura – MinC circulou pelos SESCs do interior de São Paulo e também no 5º Fórum de Dança, Virada Cultural Paulista, 7º Festival de Dança de Araraquara, Circuito Sesi.
Integrou a Cia. Shuffle Trips com o espetáculo “Ritmos da Vida” de Steven Harper (RJ) que foi apresentado em La Paz(Bolívia), Mostra Corumbá, 4º Fórum de Dança de Rio Preto. Com este trabalho recebeu Prêmio de honra ao mérito.
Foi convidado a participar do Festival internacional em Dança realizado em Manta e Quito (Equador) e do IPL (Laboratório Internacional de Performance). Participou do Projeto Fronteiras realizado em Lima (Peru), Rosário (Argentina), Concepcion (Chile), Thijuana (México), sob direção do Iraniano Khosro Adib.
Com o trabalho (9+1) e (Chapa Quente) da Cia Urbana de Dança (Rio de Janeiro) participou do Festival Fall For Dance (USA) e Avigon (França).
Compôs o elenco dos trabalhos “O corpo é a mídia da dança?” e  “Outras Partes”, sob direção de Vanilton Lakka (MG), e se apresentou no Festival de Dança de Araraquara, Circuito Sesc de Dança  Festival de Manaus, Rumos Itaú Cultural, Rumos Itaú cultural da Bahia, nos Festivais de Dança do Recife e Fortaleza e Andanza na Bolívia. Apresentando também no Peru, Alemanha, Bélgica ,França Portugal, Espanha, Suíça e Holanda.
Com a Membros Cia de Dança (Rio de Janeiro) participou da Bienal Sesc de Dança e de Festivais na França, Bélgica e África, através do trabalho “Meio Fio” sob direção de Paulo Emilio Azevedo.

Como professor de Dança Contemporânea ministrou aulas no Centro de Dança Gilsamara Moura, Escola Municipal de Dança Iracema Nogueira em Araraquara-SP, Fundição Progresso no Rio de Janeiro, Núcleo Buritis em Belo Horizonte, escola de Dança Arte & Passo(BH), Sesi-fiemg e Plug Minas(BH).

Ministrou oficinas de dança contemporânea na Ocupação Funarte de Belo Horizonte, Faculdade de Dança de Viçosa (UFV), Grupo Impacto de Danças Urbanas também em Viçosa e em quase todas as cidades por onde a Cia Mário Nascimento percorre.



Jorge Ferreira - bailarino na Cia MN desde agosto de 2015

foto: Marco Aurélio Prates

Participou das montagens “Garrafa Enforcada”, de Mário Nascimento e Rosa Antuña e “Dança de Brinquedo”, de Rosa Antuña.
Atua nos seguintes trabalhos: “Garrafa Enforcada”, “Zhu”, “Território Nu”, “Parada 7” e “Dança de Brinquedo”.
Circulou com a Cia MN nos seguintes festivais e projetos: Festival Dança em Trânsito (Rio de Janeiro, RJ), Mova-se Festival (Manaus, AM e Belém, PA), Conexão Hip Hop (Viçosa, MG), Prêmio Funarte Klauss Vianna (circulação Norte), Circulação O Boticário na Dança (interior de Minas Gerais) e, em Belo Horizonte, MG, no Verão arte Contemporânea e Horizontes Urbanos.

Estudou ballet clássico, jazz e dança contemporânea, de 2011 a 2015, no Núcleo Buritis Escola de Dança (Belo Horizonte, MG).
Em 2015 participou do Valentina Koslova Ballet Competition em Nova Iorque, USA.
Teve como principais professores: Herbert Pimenta, Fabio Costa, Omar Carrum, Rosa Antuña e Mário Nascimento
Em maio de 2015 fez cursos de dança contemporânea e ballet clássico na Broadway Dance Center (New York, USA), no Alvin Ailey (New York, USA). Em maio de 2017 estudou dança contemporânea com Cleménce Guillard no Centre National de La Dance (Paris, França).

Em 2013 estudou canto popular na Percursar Escola de Canto e fez teatro musical  no CAMA (Teatro, Expressão corporal, Canto, Sapateado americano, Musicalização). Ambos em Belo Horizonte, MG.

Em 2016, apresentou-se com a Cia Mário Nascimento, no espetáculo “Território Nu”, no Festival Dança em Trânsito (Rio de Janeiro, RJ), onde foi convidado por Anita Mattieu para um workshop em Brasília com o coreógrafo Herman Diephuis, que, após esse workshop, criou o solo “Tremor and More”. A estreia foi em Paris, França, e atualmente Jorge faz uma circulação com este trabalho.

“Tremor and More”, tem a direção de Herman Diephuis e a concepção coreográfica de Herman Diephuis e Jorge Ferreira.


  Mário Nascimento – diretor , coreógrafo, professor e bailarino
foto: Marco Aurélio Prates

      
Iniciou seus estudos em ballet clássico, dança moderna e jazz no Brasil em 1978, e teve como mestres alguns dos mais proeminentes nomes da dança : Lenie Dale, Tony Abbot, Fred Benjamin, Redhá Bentefour, Thoshie Kobayashi. Em 1989 aprimorou-se em dança moderna e contemporânea na Europa.

Foi bailarino por um ano, na Cia de Lennie Dale, em São Paulo.

Realizou estudos de artes marciais, atletismo e composição de ritmos musicais, que contribuíram para o desenvolvimento de sua própria técnica e linguagem.
Ainda em São Paulo, entre 1995 e 1996 foi assistente de direção e coreógrafo da Cisne Negro Cia de Dança, dirigida por Hulda Bittencourt, onde criou duas obras: "Sete por 7" e "Maracatu de Chico Rei".

Em 1997 foi convidado pelo centro coreográfico da comunidade franco-belga para ministrar aulas na Cia Charleroi dance de Bruxelas.
Recebeu o prêmio APCA em 1999 pelos trabalhos “Arerê” (Qualidade Artística) e “Escapada” (Melhor Coreógrafo). 
Com seu parceiro Fábio Cardia apresentou a obra “Escapada” na Alemanha (Bienal de Essen, Hamburgo e Colônia) e recebeu críticas em importantes jornais como o Morgen Post e o Bergedorfer Zeitung.

Este foi o início da Cia Mário Nascimento, que em 2002 deixou a capital paulista e se reestruturou em Belo Horizonte, MG.
Desde então Mário dirigiu e coreografou para seu grupo os seguintes trabalhos: “Trovador” (2002), “Escambo”(2003) ,” Do Ritmo Aos Caos”(2005) , “O Rebento”(2006), “Faladores”(2007), “Escapada”(releitura – 2010), “Parada 7” (2011), “Território Nu” (2011), “Nômade”(2013), “Zhu” (2015), “Garrafa Enforcada”(em parceria com Rosa Antuña – 2016) e “Espelho da Lua” (2017).

Ficha técnica

DIREÇÃO E COREOGRAFIA: Mário Nascimento
ASSISTENTE DE DIREÇÃO E DE COREOGRAFIA: Rosa Antuña
DIREÇÃO MUSICAL: Fábio Cardia
ELENCO: André Rosa, Aretha Maciel, Brenda Melo, Léo Garcia, Rafael Bittar e Rosa Antuña
PROFESSORES E ENSAIADORES: Mário Nascimento e Rosa Antuña
PROFESSORA DE CANTO : Bárbara Penido
PROFESSORA DE TEATRO E VOZ : Rosa Antuña
TÉCNICO DE LUZ E SOM: Ricardo Cavalcante
DESIGNER GRÁFICO: José Villaça
EQUIPE DE PRODUÇÃO: Aretha Maciel e Mário Nascimento
PRODUÇÃO GERAL: Cia MN
FOTOS: Gil Grossi, Cristiano Kriss, Paulo Chamone, Gabriel Karan, Rodrigo Mello, Sílvia Machado, Reyner Araújo, Marco Aurélio Prates
FILMAGENS E MAKING OF: Paulo Chamone, Pipoca
APOIO CULTURAL: LEI DE INCENTIVO À CULTURA E GOVERNO FEDERAL, MARCENARIA, ELVIRA MATILDE, DINÂMICA - SOLUÇÕES EM SAÚDE, CABELO FINO

PATROCÍNIO: PETROBRAS

Release - Escapada e Faladores

ESCAPADA
foto: Marco Aurélio Prates - na foto: José Villaça

Em 1998 a Cia. MN estreou o espetáculo “ESCAPADA” com participação de Mário Nascimento e do músico Fábio Cardia. A obra deu a Nascimento o prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte - 1998) de melhor coreógrafo. A dupla seguiu em turnê pela Alemanha, fazendo 13 apresentações em Hamburgo no Teatro B 12, na Bienal de Essen e em Colônia no Teatro Zeigen Tanztheater obtendo críticas favoráveis em importantes jornais como Morgen Post e Bergedorfer Zeitung.

Hoje, a proposta é revisitar o universo de ESCAPADA através de uma nova concepção coreográfica. Mário Nascimento e Fábio Cardia partem de algumas idéias cênicas e musicais do espetáculo original ampliando as fronteiras e aprofundando a pesquisa. Desta vez a montagem conta com todo o elenco da Cia.MN, oito bailarinos em cena.
ESCAPADA é a fuga do homem das grandes metrópoles, das massas humanas. É o homem sufocado fisicamente e psicologicamente. É o homem sem saída a procura do lugar, do espaço. É fugir de si mesmo e dos seus fantasmas, da opressão do mundo moderno, da tecnologia e da falta de tempo.
ESCAPADA é o Carona que não sabe para onde vai. É a visão e a perspectiva de personagens que se apresentam constantemente em fuga.
Utilizando as possibilidades técnicas de um elenco que trabalha junto há três anos, a Cia. leva para cena dança, música e teatro, além de momentos de pura improvisação.
A trilha sonora é composta pelo músico Fábio Cardia que utiliza as possibilidades instrumentistas dos bailarinos: percussão, violão e vozes.
Criação coreográfica de Mário Nascimento com o elenco.
Textos e efeitos vocais são criados por Rosa Antuña. Cenário composto por estruturas que possibilitam um trânsito diversificado dos artistas na cena.



FALADORES





A Cia Mário Nascimento, em 2008, com patrocínio da Petrobras através do Programa Petrobras Cultural (PPC 2006/2007) e da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, estreou seu novo espetáculo: “FALADORES”, com direção e coreografia de Mário Nascimento, trilha sonora de Fábio Cardia e assistência de direção e de coreografia de Rosa Antuña. O espetáculo tem a classificação livre e a duração de 50min.
Em “FALADORES“ o grupo pesquisou uma “linguagem” própria de comunicação com códigos sonoros e criação de palavras – Eh momoá! A xi a ché! – num dialeto inventado, o “momoês”, que transita pelo espetáculo assim como o Português, Alemão, Inglês, Espanhol e Francês.
O trabalho tanto em sua concepção quanto em sua construção, buscou fundamentos teóricos e conceituais em autores como Paul Zumthor (“Performance, Recepção e Leitura”) e Yoshi Oida (“O Ator Invisível”). O espetáculo, inclusive, registra um pequeno trecho do capítulo 4 – A FALA – do livro de Oida.
Em cena, oito artistas influenciados pela dança , música e teatro, buscam dialogar entre si e com o público, utilizando a arte como seu meio de comunicação.
“FALADORES” aborda o tema oralidade, trazendo para a cena diversas formas de comunicação através do som, da música, da palavra, poesia, dança, ação e movimento. A necessidade do homem em se expressar e, apesar das barreiras, se fazer entender. A arte como seu principal objetivo: comunicar.
“FALADORES” é movimento, gesto, palavra e ritual. A oralidade como performance e a performance como definição de comunicação, dando ênfase à natureza da linguagem oral e gestual. O gesto e a palavra como sensações humanas e forma eficaz de comunicação poética e dramática.

“Aprendi o silêncio com os faladores.” - khalil Gibran

*Neste espetáculo a Cia MN veste Elvira Matilde.